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31 de ago. de 2011

HORA DO CONTO

                         Apresentei com os meus alunos, na Hora do Conto  O Sonho das Três Árvores. Foi fascinante e emocionante. Acompanhem!   
Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de  grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse:
" Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros, para tal até me disponho a ser cortada."
A Segunda olhou para o riacho e suspirou:
" Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas."
A terceira árvore olhou o vale e disse:
"Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim,  levantem seus olhos e pensem em Deus."
Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores, e cortaram as  três árvores. Todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam.
Mas o destino parecia não compactuar com os seus sonhos!
A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito.
 E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes:
" Para que isso?"
Mas numa certa noite, cheia de luz e estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais.
E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A Segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "  PAZ " !
E num relance, a Segunda árvore entendeu que estava carregando o rei dos céus e da terra. 
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram  unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.
Mas, logo no Domingo o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam  de Deus e seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela. 
As árvores haviam tido sonhos...
Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.
Aprendamos a ouvir o sonho que Deus sonha secretamente dentro de nossas almas, pois na sua realização estará o supremo sentido de nossa existência!
                                                                      (autor desconhecido)     www.vivercomalma.com.br


                                                                                                                                













Postagem: Profª Dilma  Sousa  de Camargo

15 de ago. de 2011

VELHO POTE RACHADO



     Um carregador de água, na Índia, levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do Senhor para quem o carregador trabalhava. O pote rachado sempre chegava com água apenas pela metade.
    Foi assim por dois anos. Diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu Senhor. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição. Sentia-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que lhe havia sido designado fazer.
    Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote rachado, um dia, falou para o carregador à beira do poço: — Estou envergonhado. Quero lhe pedir desculpas.
    — Por que? — perguntou o homem. — De que você está envergonhado?
    — Nesses dois anos — disse o pote — eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho que leva à casa de seu Senhor. Por causa do meu defeito você não ganha o salário completo dos seus esforços.
   _ O carregador ficou triste pela situação do velho pote, e, com compaixão, falou :                                                                                     Quando retornarmos à casa do meu Senhor, quero que observes as flores ao longo do caminho.
     De fato. À medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou muitas e belas flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas, no fim da estrada, o velho pote ainda se sentia mal, porque, mais uma vez, tinha vazado a metade da água, e, de novo, pediu desculpas ao carregador por sua falha.
     O carregador, então, disse ao pote: — Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu Senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
                                                                       http://cadernodemensagens.net/node/85

ATIVIDADES
1) A história acontece:
(A) Na beira do rio;
(B) Na Índia;
(C) Na montanha;
(D) Na casa do Senhor.

2) O assunto do texto é:
(A) O carregador de água;
(B) A utilidade dos potes;
(C) O pote que vazava água;
(D) O orgulho do pote perfeito.

3) O pote rachado ficou um pouco animado quando:
(A) Pediu desculpas ao carregador;
(B) Conseguiu levar água na casa do seu Senhor;
(C) O carregador ganhou o salário completo;
(D) Viu as flores ao lado do caminho por onde passava.

4) De acordo com o texto os dois potes eram:
(A) Um grande e um pequeno;
(B) Um branco e um preto;
(C) Um perfeito e um rachado;
(D) Os dois perfeitos.

5) No trecho:”...ambos pendurados em cada ponta de uma vara...” A palavra sublinhada refere-se a:
(A) Bonitos;
(B) Perfeitos;
(C) Dois;
(D) Bons.

6) Na frase:” Um dos potes tinha uma rachadura...” a palavra em destaque  significa:
(A) Pintura;
(B) Fechadura;
(C) Batida;
(D) Abertura.

7) No texto a palavra Senhor significa:
(A) Amigo;
(B) Patrão;
(C) Pai;
(D) Avô.

8) Na frase: Foi assim por dois anos. Esse tempo é:
(A) 12 meses;
(B) 24 meses;
(C) 365 dias;
(D) 24 dias.  

9) O carregador entregava um pote e meio de água na casa do seu Senhor:
(A) Semanalmente;
(B) Mensalmente;
(C) Diariamente;
(D) Anualmente.

10) Na frase: “A medida que eles iam subindo a montanha...”A palavra grifada se refere ao;
(A) Carregador e ao pote perfeito;
(B) Dois potes;
(C) Senhor e o carregador;
(D) Pote rachado e o carregador.

11) No texto:” Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graças à sua mesa. Ele se refere a:
(A) Pote rachado;
(B) Pote perfeito;
(C) Carregador;
(D) Senhor.

12) O problema enfrentado pelo pote era:
(A) A rachadura no fundo dele;
(B) A rachadura do lado dele;
(C) A tampa quebrada;
(D) A rachadura na boca dele.

13) No texto: “Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu Senhor. A palavra em destaque significa:
(A) Encher;
(B) Enfeitar;
(C) Colorir;
(D) Cobrir.

14) O motivo pelo qual o carregador reanimava o pote rachado era:
(A) Que ele tinha outro pote para substituí-lo;
(B) Que mesmo rachado trazia água;
(C) Que ele regava as flores pelo caminho;
(D) Que o pote perfeito também carregava pouca água.

Postagem: Professora Dilma  de Sousa Carmago - 4º Ano " B "



      

2 de jul. de 2011

Dança junina

As professoras Madalena Miranda e Lúcia  Stangret, após  o desenvolvimento  do Projeto com o 4º Ano A  sobre as culturas   e  origem das   festas juninas  ,  coroaram o mesmo com    uma bela apresentação  junina.